Um BLOG de incentivo à oração...

Quantas vezes você se sentiu tentado a seguir com a corrente, porque nadar contra a maré era simplesmente muito difícil? Quantas vezes você se sentiu pressionado a abrir mão de seus princípios e de sua fé para não ser marginalizado pelo seu grupo de amigos? Quantas vezes você já olhou para os lados e experimentou aquela sensação de estar sozinho, mesmo estando rodeado por uma multidão?

Não se desanime! Você não está sozinho! O Senhor mesmo já disse que Ele tem separado muitos outros que também não se renderam, nem abriram mão de sua fé.

É por isso que este espaço foi criado:

- para compartilhar testemunhos, impressões e experiências de nossa caminhada com Deus;

- para edificar uns aos outros e incentivar a permanecer firmes na fé;

- para desafiar cada um a ser um aventureiro espiritual, ou seja, a arriscar na fé e a orar orações extravagantes;

- para, juntos, intercedermos por nosso país e por outros países, ainda não alcançados por Deus;

- para, juntos, esperarmos pela volta do Senhor Jesus!

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Deus (in)visível


É muito fácil nos relacionarmos com aqueles que somos capazes de ver. É fácil conversar quando podemos olhar nos olhos da outra pessoa ou, pelo menos, ouvir sua voz... Por isso, também, é muito mais fácil de se desenvolver uma amizade - vendo, falando, ouvindo, tocando a outra pessoa...
Mas, como podemos aplicar isso a Deus? É necessário muito mais esforço para desenvolver um relacionamento, umaamizade com um Deus que é invisível...

O autor Philip Yancey, em seu livro "O Deus (in)visível" fala sobre essas perguntas - "Como podemos nos relacionar com um Deus que não podemos ver, ouvir e tocar"...
Assim, no trecho que transcrevi abaixo, ele dá alguns exemplos de como ele tentou aplicr isso em sua própria vida...
Que possamos refletir sobre isso, e pedir a Deus estratégias para que, ainda que invisível, possamos torná-lo uma parte mais integrante de nossas vidas...

O primeiro grande mandamento exige que amemos a Deus, o que fazemos melhor quando conscientes do seu grande amor por nós. Thomas Merton observa: “A ‘lembrança’ de Deus, sobre a qual cantamos nos salmos, é simplesmente o redescobrimento de que Deus se lembra de nós”. Fica mais fácil lembrar de Deus quando cremos que ele se importa conosco, de maneira pessoal e infinita. 
Devo pedir e continuar pedindo a fé necessária para crer que Deus se deleita e quer se relacionar comigo. Por esse e por outros motivos, estudo a Bíblia não apenas para dominar uma grande obra literária ou para aprender teologia, mas para encharcar minha alma com a mensagem inevitável do amor e do interesse divino.

Alguns gostam de se ajoelhar ou se colocar em uma posição diferente. Sempre consciente da barreira da invisibilidade, procuro maneiras de destacar a realidade de Deus. Com frequência tomo café enquanto oro, pois me parece natural conversar com um Deus invisível do mesmo jeito que converso com amigos visíveis. Ou faço uma caminhada. A paisagem me dá muitos motivos para orar: a vida exuberante da primavera que brota em galhos secos ou o inverno que cobre as estradas lamacentas com um manto branco brilhante. Quando passo pelas casas dos vizinhos, as necessidades deles e de otras pessoas me vêm raidamente à mente.
No decorrer do dia, preciso de incentivos para me lembrar conscientemente. Por um tempo, ajustava o despertador para me chamar de hora em hora. Parava o que estava fazendo, refletia sobre a hora que tiha acabado de passar e lutava para praticar a presença de Deus na hora seguinte. Depois, fiquei sabendo que, sem querer, empreguei a antiga técnica dos monges beneditinos, que paravam para fazer uma oração toda vez que o relógio batia. Com a ajuda desses lembretes durante o dia, pensar em Deus pode gradualmente tornar-se um hábito.
 Philip Yancey
O Deus (in)visível - Editora Vida
Capítulo 16

Na paz e no amor do Senhor,
Ester Hansen

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